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PLANTÃO
Data:25-02
Hora 17:49
Quatro menores matam taxista em Barra



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O taxista Adalberto Barbosa Queiroz, 59, foi vítima de um latrocínio (roubo seguido de morte) na noite de sexta-feira, na BR-070, em Barra do Garças (a 500 quilômetros da Capital) sentido Cuiabá. A polícia descobriu que quatro adolescentes são acusados de praticar o crime. Adalberto foi alvejado com um tiro na nuca e abandonado às margens da rodovia. Os ladrões fugiram levando o táxi, um Corsa Sedan branco, e R$ 169 em dinheiro. 

Segundo a Polícia Militar, o taxista foi contratado pelos menores M.D.O e J.S.D, ambos com 16 anos, M.R.M., de 15, J.C.C., 14, no Terminal Rodoviário de Barra do Garças para levá-los ao bairro São José, na periferia da cidade. A caminho do destino, Adalberto foi rendido sob a mira de um revólver e obrigado a seguir em direção a General Carneiro (449 quilômetros a leste de Cuiabá). 

Ainda segundo a PM, os menores obrigaram o taxista a parar às margens da BR-070, em local afastado, e desferiram um tiro na sua nuca, abandonando o corpo no local. Além de matá-lo, ainda levaram pouco mais de R$ 160 em dinheiro e o veículo da vítima. Depois de consumar o fato, os adolescentes seguiram em direção à cidade de Primavera do Leste, onde residem. 

Na tentativa de empreender fuga, os menores tiveram que fazer uma parada obrigatória no distrito de Paredão Grande para o conserto de um pneu furado, quando foram surpreendidos por uma guarnição do Núcleo da Polícia Militar. 

Os policiais levantaram suspeita ao perceber que quatro adolescentes viajavam em um veículo sem o acompanhamento de um adulto. Durante a abordagem, eles acabaram confessando a autoria do latrocínio. 

Os acusados apontaram o local onde abandonaram o corpo, levando os policiais a encontrar Adalberto já sem vida. Além de encontrar o corpo, os PMs apreenderam a arma do crime, um revólver calibre 38 e o dinheiro furtado da vítima. 

Ontem, em Barra do Garças, o clima era de revolta e indignação. Centenas de taxistas compareceram ao IML para aguardar a liberação do corpo. Os colegas exigiam justiça pela morte do colega que atuava na profissão há mais de 22 anos. Adalberto era pai do cabo PM Marco Antônio



 
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